terça-feira, 13 de março de 2012

Edç Especial: Atividades de Números para crianças pequenas

Atividades de Números para crianças pequenas

Algumas atividades destinadas a ajudar as crianças com síndrome de Down a desenvolver sua matemática e habilidades de matemática.
Em casa e na escola através da interação social, exemplo "cantando" os números com o outro, contando, jogos de bola e boliche ,guardando os brinquedos atribuindo compreensão socialmente com objetos do cotidiano e brinquedos

Habilidades motoras - objetos de manipulação, jogo de construção, jogo de encaixes, jogo de empilhar ou jogos pedagógicos
- Rotinas diárias, usando os dedos e outras indicações visuais como brinquedos( carrinho, bolas ou livrinhos)
- Aprender a contar
- Usando uma linha de números como apoio visual
- Usando materiais práticos que representam o sistema de número visualmente para apoiar a sua aprendizagem
- Jogos, para aprender a reconhecer os numerais
- Para crianças maiores, uso dos calendários diários e semanais para desenvolver a compreensão do tempo
- Contando escadas ou outras atividades do ambiente da criança
- Jogando com conjuntos de brinquedos, por exemplo (três patos, quatro bonecas) pode ser com alimentos na hora da alimentação ou brinquedos na hora do banho.


Exposição na Capital conta a história da luta de pessoas com deficiência

Exposição na Capital conta a história da luta de pessoas com deficiência
DO CORREIO DO POVO


Mostra foi inaugurada nesta sexta-feira (9/3) na Usina do Gasômetro

Exposição na Capital traz história da luta de deficientes físicos por acessibilidade
Crédito: Fabiano do Amaral
Foi inaugurada, nesta sexta-feira na Usina do Gasômetro, em Porto Alegre, a exposição “Para Todos – O Movimento das Pessoas com Deficiência no Brasil”. A mostra conta a história da discriminação e da luta das pessoas com deficiência por acessibilidade e qualidade de vida.

A cerimônia de abertura contou com a presença da ministra da Secretaria Nacional dos Direitos Humanos, Maria do Rosário. O evento é promovido pela Secretaria Nacional de Promoção dos Direitos da Pessoa com Deficiência e OEI (Organização dos Estados Ibero Americanos), com apoio da Faders (Fundação de Articulação e Desenvolvimento de Políticas Públicas para Pessoas Portadoras de Deficiência e de Altas Habilidades no Rio Grande do Sul).

Maria do Rosário destacou a valorização e respeito à dignidade de todos através da mostra. "A característica da exposição é valorizar pessoas que são protagonistas das suas histórias", comentou.

Concebido a partir do desenho universal, o espaço na Usina conta com todos os recursos de acessibilidade permitindo a todas as pessoas, sem exceção, o acesso às informações. Por meio de uma linha do tempo os visitantes farão um passeio pela história da discriminação sofrida e da luta das pessoas com deficiência para terem seus direitos humanos garantidos

O conteúdo poderá ser usufruído independente da condição física, sensorial, intelectual ou capacidade de comunicação dos visitantes. Estarão disponíveis catálogo em braile, recuso de áudio-guia e áudio descrição, piso podo táctil e atendimento em libras.

A mostra fica em Porto Alegre até o dia 8 de abril e vai visitar mais nove cidades nos próximos meses: São Paulo, Florianópolis, São Bernardo do Campo, Rio de Janeiro, Brasília, Cuiabá, Rio Branco, Belém e Recife.

Edç Especial: Escola Acolhedoras

Escolas Acolhedoras

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A inclusão no mundo segundo a UNESCO (legendas em português)


E-Learning for Kids

Durante as minhas pesquisas na internet encontrei um site muito interessante que traz a idéia de E-learning (modelo de ensino-aprendizagem em ambiente online, a partir da distribuição de conteúdos suportado por computador e internet) neste projeto destinado ao público infantil
 
O e-Learning for Kids, fundado por Nick Van Dam é uma entidade global sem fins lucrativos, dedicada ao ensino lúdico e gratuito de crianças de 5 a 12 anos de idade. Oferecendo cursos gratuitos em diferentes áreas do conhecimento: matemática, ciências, meio ambiente, saúde, inglês, todas apresentadas por faixa etária
 
 
 
 
Vale a pena dr uma olhada
 

Crianças com problemas de sono tendem a tornar-se hiperactivas

Crianças com problemas de sono tendem a tornar-se hiperactivas

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Estudo de 11 mil crianças, seguidas durante seis anos, revela consequências de perturbações respiratórias no cérebro.

As crianças que ressonam, dormem de boa aberta e sofrem de apneia durante o sono correm mais riscos de se tornarem agressivas e hiperactivas. Um estudo desenvolvido junto de 11 mil crianças, que foram seguidas durante mais de seis anos, concluiu que tais sintomas podem influenciar negativamente o desenvolvimento do cérebro, ou seja, não devem ser negligenciados.

"Tanto os pais como os pediatras devem prestar mais atenção às irregularidades respiratórias durante o sono nas crianças pequenas, talvez mesmo durante o primeiro ano de vida", alertou Karen Bonuck, co-autora do estudo e investigadora no Albert Einstein College of Medicina da Yeshiva University, de Nova Iorque. Se nada for feito, concluem os autores do estudo publicado agora na revista norte-americana US Journal Pediatrics, as crianças têm entre 40 a 100% de probabilidades acrescidas de, por volta dos sete anos, se tornarem hiperactivas, ansiosas, deprimidas e com sérias dificuldades na interacção com os amigos. "Apesar de ser um problema muito comum, os pediatras e os médicos de família raramente lhe dão a atenção devida", insiste Karen Bonuck. "Na maior parte dos casos, os médicos limitam-se a perguntar "Como é que o seu filho dorme?", em vez de perguntarem especificamente sobre cada um dos sintomas."

Um peso abaixo da média é outra das consequências comuns nestas crianças, cujo sono não é profundo o suficiente para que produzam as chamadas "hormonas do crescimento".

As desordens respiratórias do sono ocorrem mais frequentemente entre os dois e os seis anos de idade, mas podem começar mais cedo. "Cerca de 10% das crianças ressonam por sistema, devido ao aumento significativo do volume dos adenóides, muito frequente entre os dois e os quatro anos", especificou ao PÚBLICO o pediatra Mário Cordeiro. "Quando a criança se deita, os adenóides e as amígdalas "caem", encurtando o espaço respiratório na rino e oro-faringe", prossegue o especialista, para acrescentar que, "em consequência, o ar tem maior dificuldade em passar quando entra pelo nariz". Logo, "a criança respira pela boca, fazendo um som mais intenso: o ressonar".

Estes sintomas, ou seja, a má ventilação, também podem derivar de desvios no septo nasal. Em ambos os casos, quando a obstrução respiratória é grande, "os níveis de oxigénio começam a descer e os de dióxido de carbono a aumentar, fazendo com que a dada altura o centro respiratório "mande" a criança acordar para retomar a respiração - são as chamadas "apneias". Para Mário Cordeiro, "quando o grau de obstrução é tão grande que chega à apneia do sono, em que a criança deixa por momentos de respirar, isto poderá ser um motivo suficientemente forte para considerar extrair os adenóides".

Esta "dança" entre o sono profundo e o superficial impede o descanso da criança, fazendo com que esta acorde com a sensação de noite mal dormida. Em resultado, a criança tende a mostrar-se sonolenta durante o dia e, consequentemente, mais irritadiça, birrenta e com défice de atenção e de concentração. A impaciência e a conflitualidade com os colegas vêm a seguir, o que "prejudica a relação social e escolar, bem como o processo de aprendizagem", acentua ainda Mário Cordeiro. "Acresce que o fácies da criança, com a boca semiaberta (porque respira pela boca) e não ouvindo bem, contribui para que seja rotulada de "estúpida" e alvo de troça dos colegas, o que aumenta a agressividade e o sentimento de injustiça".

segunda-feira, 12 de março de 2012

Cães guias ajudam crianças surdas no Reino Unido

Cães-guia ajudam crianças surdas no Reino Unido

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Uma instituição de solidariedade do Reino Unido deu início, o ano passado, a um projeto piloto para fornecer cães-guia a crianças com problemas de audição. A Hearing Dogs for Deaf People já colocou 12 destes amigos de quatro patas especiais em diferentes famílias e os animais têm ajudado a transformar vidas.

Uma delas é a de James Cheung, um menino surdo de 11 anos a quem foi entregue um labrador que se tornou no seu melhor amigo. O cão, Kurt, alerta-o quando precisa de acordar de manhã, avisa-o em situações de perigo - como um alarme de incêndios que dispara - e pede-lhe que o siga quando a mãe o chama até outra divisão da casa.

"Se estou a cozinhar no andar de baixo só preciso de fazer sinal ao Kurt e ele chama o James, que o segue. Assim não tenho de subir e descer as escadas sempre que quero chamá-lo", explica a mãe da criança, Louise Cheung, à BBC.

Segundo a progenitora, o comportamento de James mudou muito depois da chegada do animal, que veio facilitar a vida diária da família, tornando o menino mais feliz e independente. "Estou surpreendida com o que um animal é capaz de fazer por um ser humano. O James também tinha problemas de fala mas está mais confiante, a sensação de isolamento diminuiu", acrescenta.

Kurt foi treinado para responder a certos sons e ordens e o seu mais pequeno dono faz questão de frisar que já não consegue imaginar a sua vida sem ele. "Adoro o meu cão. Ele é o meu melhor amigo", diz James.

À semelhança do que aconteceu com este menino britânico, a Hearing Dogs for Deaf People agraciou outras onze famílias com um novo membro e em todas o sucesso tem sido visível. Segundo a BBC, todas as crianças envolvidas no projeto passaram a dormir melhor, ganharam confiança e dizem sentir-se mais seguras.