segunda-feira, 24 de outubro de 2011

AUTISMO: Autismo afeta uma a cada cem crianças nos EUA

Autismo afeta uma a cada cem crianças nos EUA

da Folha de S.Paulo

Uma em cada cem crianças americanas de até oito anos tem autismo, revela um novo estudo dos CDCs (Centers for Disease Control and Prevention).
A incidência é cinco vezes maior entre os meninos do que entre as garotas.
Segundo Catherine Rice, que liderou o estudo, tem crescido o número de casos de autismo em todos os grupos raciais. Para ela, isso se deve a uma melhor detecção, especialmente em grupos que antes não tinham tanta atenção, como as crianças hispânicas.
A maioria das crianças pesquisadas apresentou sintomas antes dos três anos de idade, mas o diagnóstico só foi feito depois dos quatro anos.

FONTE: http://www1.folha.uol.com.br/folha/equilibrio/noticias/ult263u669454.shtml

Teste de R$ 13 pode detectar autismo, segundo pesquisa

Teste de R$ 13 pode detectar autismo, segundo pesquisa

O autismo pode se tornar uma doença evitável graças a um teste que custaria apenas 6 euros (pouco mais de R$ 13), graças a uma pesquisa desenvolvida por cientistas do Reino Unido, segundo o jornal britânico "Daily Telegraph".
O diagnóstico do autismo sempre foi difícil, e a doença costuma permanecer irreconhecível até estados avançados, quando já é muito tarde para ser tratado, mas os pesquisadores do Imperial College de Londres descobriram uma forma de detectar a doença em crianças a partir dos seis meses de vida.
O autor do estudo, Jeremy Nicholson, explicou que as crianças autistas têm uma bactéria nos intestinos que pode ser detectada através de exame de urina, antes que apareçam os primeiros sintomas da doença.
Esta descoberta faz com que um intenso tratamento centrado na conduta social do paciente poderia começar antes que a doença cause danos psicológicos permanentes.
Uma em cada cem pessoas no mundo sofre autismo, o que significa que no Reino Unido há mais de 500 mil pessoas com a doença, que se manifesta com transtornos que vão desde leves problemas para interagir socialmente até graves dificuldades de comportamento, como mudez.
Atualmente, o grau de autismo é avaliado a partir de testes que exploram a integração social, a capacidade de comunicação e as aptidões imaginativas do paciente.
A equipe científica que realizou a pesquisa considera que a relação entre a bactéria intestinal e as dificuldades na aprendizagem pode abrir o caminho para tratamentos probióticos contra o autismo.
Os pesquisadores submeteram crianças de idades entre três e nove anos -39 com autismo, 28 sem autismo, mas com um irmão que tinha, e 34 sem autismo e sem irmãos autistas- a ressonâncias magnéticas, endoscopias e análise químicas.
O estudo revelou que as crianças não autistas, mas com irmãos que tinham a doença, apresentavam uma análise química diferente dos que não tinham irmãos autistas, e a das crianças com autismo era diferente das dos outros dois grupos.

FONTE: http://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/745545-teste-de-r-13-pode-detectar-autismo-segundo-pesquisa.shtml

AUTISMO: Técnica para tratar autista mais cedo traz ganho de QI e comunicação

Técnica para tratar autista mais cedo traz ganho de QI e comunicação

RACHEL BOTELHO
da Folha de S. Paulo

Um estudo pioneiro da Universidade de Washington publicado nesta terça-feira (1º) na revista "Pediatrics" revela que bebês com transtornos do espectro autista podem ter ganhos de comunicação, de interação social e de QI quando submetidos a uma intervenção intensiva precoce, a partir dos 18 meses de idade.
A pesquisa envolveu 48 crianças com 18 a 30 meses, separadas em dois grupos. Um deles recebeu 20 horas de um tratamento chamado ESDM (Early Start Denver Model) e cinco horas de terapia aplicada pelos pais, por semana. O grupo controle foi encaminhado para terapia em centros comunitários de Seattle (EUA).
Ao fim dos dois anos de estudo, o QI das crianças do grupo submetido ao ESDM subiu, em média, 18 pontos, em comparação a quatro pontos entre as do grupo controle. Sete crianças apresentaram uma melhora global significativa o bastante para que recebessem um diagnóstico mais leve, de distúrbio invasivo do desenvolvimento -no grupo controle, apenas uma chegou a tanto.
Para o psiquiatra Estevão Vadasz, coordenador do Projeto de Autismo do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de São Paulo, apesar de o método ser aplicado há mais de 20 anos em crianças mais velhas, inclusive no Brasil, o trabalho é original ao revelar eficiência em uma faixa etária mais baixa. "Sabe-se que, quanto mais cedo se tem o diagnóstico, melhor, mas ninguém tinha feito um estudo grande assim."
O médico defende que o método seja aplicado [no serviço público] no Brasil "o mais urgente possível". "É muito mais barato investir quando a criança é pequena do que gastar bilhões com adultos e adolescentes, quando não se tem praticamente nada a fazer."
Ana Maria Mello, superintendente da AMA (Associação de Amigos do Autista), também é a favor de tratar cedo. "A intervenção precoce faz toda a diferença. A partir dos dois anos de idade, os resultados já são muito bons", afirma.
Luiz Celso Vilanova, chefe do Departamento de Neurologia Infantil da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), acha a proposta positiva, mas faz uma ressalva. "Se esse método é melhor do que outros, não dá para saber [pelo estudo], mas ele é multidisciplinar, foi elaborado por fisioterapeutas, fonoaudiólogos, pediatras, neurologistas", afirma.
Segundo ele, poucos centros no país atendem o autista de maneira intensiva, como no estudo. Para Vadasz, sua aplicação não é viável na rede pública. "Na particular, custa de R$ 1.000 a R$ 2.500 por mês."
Diagnóstico
Segundo Vilanova, nem sempre é possível, aos 18 meses, diagnosticar o autismo infantil.
"Mas posso colocar no grupo de distúrbio invasivo do desenvolvimento [doenças caracterizadas por dificuldade de interação social e de comunicação e por um repertório restrito de interesses e atividades, como o autismo] quando a criança tem comprometimento de linguagem, de habilidades motoras, comportamentos repetitivos.
Há casos em que dá para saber, mas há outros em que não", diz ele.
O diagnóstico depende ainda do acesso aos serviços de saúde. "Em famílias mais ricas, tenho visto aos dois anos. No SUS, há crianças de cinco anos sem diagnóstico, que terão muito menos ganhos do que se tivessem iniciado o trabalho antes."
Mello afirma conhecer apenas um caso de diagnóstico de criança com menos de dois anos de idade, mas acredita que a tendência é que os médicos detectem a doença cada vez mais cedo, por terem maior acesso à informação.

AUTISMO: Crianças autistas podem ser afetivas, diz estudo!

Crianças autistas podem ser afetivas, diz estudo


GUILHERME GENESTRETI
DE SÃO PAULO

Com três anos, L.S. ainda não fala, mas sua mãe, Deise, 28, tem esperança de que ele desenvolva essa capacidade.
Letícia Moreira/Folhapress
L.S, 3 anos, durante uma consulta com sua mae Deise de Andrade Santos, 28, no ambulatório de autismo do HC
L.S, 3 anos, durante uma consulta com sua mae Deise de Andrade Santos, 28, no ambulatório de autismo do HC
Seu filho é autista. Anda pela casa de olhos fechados e passa muito tempo girando o corpo. Quando quer algo, L.S. agarra a mão de Deise para comunicar seu desejo.
"Ele é muito carinhoso, sempre retribui os meus beijos e abraços. E percebe quando estou triste, chega até a parar de comer", diz.
A dona de casa Joana também testemunhou um ato de empatia por parte de seu filho, Tiago. Autista de grau moderado, o jovem de 25 anos percebeu que a mãe estava abalada com a morte de um parente e quis confortá-la: "Ele oferecia a camiseta dele para secar as minhas lágrimas", conta.
Ainda que não se saiba se a troca de afetividade entre mãe e filho seja mera imitação de gestos por parte do autista, há pesquisas que contradizem a ideia comum segundo a qual os autistas são frios e alienados.
Um estudo conduzido na Queen's University, Canadá, com 15 crianças autistas, avaliou a capacidade que elas tinham para contar e sustentar uma mentira.
Os pesquisadores perceberam que 12 dessas crianças eram capazes de contar "mentiras piedosas", cujo objetivo é não desapontar as expectativas dos outros.
Quando recebiam um presente que não gostavam (um sabonete, no teste), eles mentiam para não magoar quem os havia presenteado.

NEM TÃO RÍGIDOS
Para Gustavo Giovannetti, psiquiatra da Unifesp, a habilidade que os pesquisadores detectaram não pode ser generalizada para todos os espectros de autismo, muito menos para casos mais severos, mas confirma teses mais atuais a respeito do tema.
"O que a pesquisa mostra é que o desenvolvimento dos autistas não é tão fechado e que seus sintomas não são assim tão rígidos", afirma.
Segundo o psiquiatra Estevão Vadasz, coordenador do ambulatório de autismo do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas, o mérito do estudo é desafiar o senso comum sobre a frieza dessas pessoas.
"É preciso acabar com esse mito de que autistas não têm afetividade. O que eles têm é dificuldade para demonstrar sentimentos por causa de suas limitações em se comunicar", diz.
A reportagem da Folha visitou na sexta-feira (15) o ambulatório em que o médico atende no HC, em meio a atividades lúdicas como a presença de contadores de história e cães terapêuticos.
Um de seus pacientes, o adolescente F.V., 15, estava acompanhado pela mãe, Angela. "Ele começou a ficar agressivo. Bate em mim e quebra tudo se não é atendido. Não tenho mais força para controlá-lo. Já pensei até em interná-lo", desabafa.
Vadasz afirma que mesmo o comportamento agressivo de F.V. é uma prova de que ele tem emoções.
"A raiva é uma demonstração de seus sentimentos e de sua frustração por não conseguir exprimir um desejo."
Um diagnóstico precoce, diz o médico, pode melhorar as perspectivas de jovens autistas: "Quanto mais cedo a criança for tratada, maiores as chances de desenvolver capacidades de interação".
Sinal que pode ser promissor para o pequeno L.S., que ainda não consegue falar.
"Ele é muito novo ainda, quem sabe até os seis anos não seja capaz de desenvolver a comunicação verbal?", afirma o médico.

terça-feira, 23 de agosto de 2011

Livros infantis para trabalhar a inclusão com os alunos

Os profissionais dedicados à educação em geral em muitos momentos necessitam de material de apoio que permita tornar a leitura mais acessível principalmente naquelas salas onde se tem uma criança especial. Os livros ajudam os alunos a entender um poquinho melhor sobre a deficiência e a diferença de cada um.
Utilize os livro para valorizar as infinitas diferenças que existem entre cada criança, e não para fortalecer a imagem do aluno com algum tipo de deficiência.
Nada melhor do que ter a iniciativa e tentar aproximar e estimular o caminho da leitura a todos eles, contribuindo para romper com as barreiras na comunicação e tornando mais compreensível o mundo dos especiais a todos os alunos.

-Alguém muito especial - 2ª edição
Miriam Portela
Editora:Moderna

-Gabriel e as visitas especiais
Ana Constança Katsuya

-Luiza (sobre uma criança com Sindrome Down)
Cristina Maria Rosa

-Pé na estrada
Ari Hesck
Editora: Imprensa livre

-Julia e seus amigos
Lia Crespo
Editora: Nova Alexandria

-Rodrigo enxerga tudo
Markiano Charan Filho
Editora: Nova Alexandria

-Ninguém é igual a você!
Andrea Pinto Filipecki

-Patinho Feio
Margarida Nunes da Ponte e Anabela Caiado

-Chibos Sabichões
Olalla González e Federico Fernández

-Dança Down - Livro infantil com braile
Cláudia Coles
Editora Paulinas

-Dorina Viu
"Dorina Viu" conta a infância de Dorina Nowill, criadora da fundação que leva seu nome e a maior instituição para cegos do país.
Editora Paulinas

-A Felicidade das Borboletas - Série Amigos Especiais
Patrícia Engel Secco
Editora Melhoramentos. A partir de 6 anos.

-Coleção Meu Amigo Down
Claudia Werneck,
WVA Editora, A partir de 6 anos.

-Um Amigo Diferente?
Claudia Werneck
WVA Editora. A partir de 6 anos.

-A Flauta do Sótão
Lúcia Pimentel Góes
Paulus Editora.A partir de 6 anos.

-Um Dia Especial para Laurinha - Série Amigos Especiais
Ana Claudia e Ana Lucia e Bastos
Editora Melhoramentos.A partir de 6 anos.

-Patrícia
Stephen Michael King
Editora Brinque-Book. A partir de 6 anos.

-Meninos e Meninas do Mundo - Diferenças de raça, religião e físicas
Núria Roca,
Ed. Caramelo. A partir de 3 anos.

-Orelha de Limão
Katja Reider, Ed. Brinque-Book, sobre uma ovelha diferente. A partir de 6 anos.

-Esta é Sílvia - sobre deficiência física
Jeanne Willis e Tony Ross,
Ed. Salamandra, A partir de 6 anos.

-O Menino Que Via com as Mãos
Alexandre Azevedo
Ed. Paulinas. A partir de 5 anos.

-O Menino e a Foca - sobre amizade e deficiência física.
Michael Foreman
Ed. Ática, A partir de 8 anos.

UM MUNDINHO PARA TODOS
Ingrid B. Bellinghausen
Ed. DCL

FLICTS
Ziraldo
Ed. Melhoramentos,

NA MINHA ESCOLA TODO MUNDO É IGUAL
Rossana Ramos
Ed. Cortez

ESTRELAS TORTAS
Walcyr Carrasco
Ed. Moderna

Criança genial
Autora: Cláudia Cotes
Editora: Paulinas

JOÃO, PRESTE ATENÇÃO!
Autora: Patrícia Secco

COLEÇÃO: CIRANDA DAS DIFERENÇAS

Esta obra contém 10 livros + 10 CD-Rom:

*UMA TARTARUGA A MIL POR HORA: Conta a história de uma tartaruga diferente, que aos invés de fazer tudo devagar como as outras, fazia tudo muito rápido, parecendo que tinha rodinhas nos pés. Como resolver toda esta agitação?

*A ESCOLA DA TIA MARISTELA: Conta a história de uma escola pra ensinar golfinhos a participarem de espetáculos aquáticos. Certo dia, recebe uma nova aluna que não aprendia como os outros. Será que Sofia iria desistir de seus sonhos?

*A FAMÍLIA SOL, LÁ, SI...: Este é um livro que conta a história de uma família de elefantes roqueiros, porém um de seus integrantes, Nando, nasce com uma deficiência. Será que arrumarão um jeito de incluir o elefantinho nesta banda?

*NEM TODAS AS GIRAFAS SÃO IGUAIS: Trata da história de uma girafa que não tinha a mesma altura que as outras, mas mesmo assim, tinha o sonho de ser uma jogadora de basquete. Será que ela vai arrumar uma forma de participar do tão esperado campeonato da escola?

*O CHARME DE TUCA: Conta a história de um coelho que descobre que a razão de suas notas baixas era devido ao seu problema visual. Será que depois de solucionado esse problema suas notas irão melhorar?

*DOGNALDO E SUA NOVA SITUAÇÃO: Conta a história de um cachorro que sofre um acidente e fica numa cadeira de rodas. Como será que ele e sua família vão lidar com essa nova situação?

*UMA FORMIGA ESPECIAL: Conta a história de Danilo, uma formiga que nasce cega. Danilo tinha muita vontade de ajudar no sustento do formigueiro, mas como será que ele e sua família vão conseguir enfrentar essa dificuldade?

*UMA AMIGA DIFERENTE: Conta a história de um zangão filhote que conhece uma abelha diferente das outras e descobre neste contato uma amizade para toda a vida.

*O CANTO DE BENTO: Conta a história de um maestro bem-te-vi que tinha o sonho de ter um filho que continuasse seu trabalho na jabuticabeira. As coisas vão ter que ser adaptadas quando descobrem que Bento, o filho do maestro, não sabia cantar como os outros pássaros.

*O PROBLEMA DA CENTOPÉIA ZILÁ: Conta a história de uma centopéia que tinha uma de suas perninhas mais curta que as outras. Quando resolve diminuir a diferença entre suas pernas recebe uma grande surpresa da vida.



sábado, 2 de julho de 2011

A INCLUSÃO 2º os alunos da Educação Especial

Discutimos em sala de aula sobre a INCLUSÃO e a partir dessa discussão os meus alunos (2007) da educação especial montaram um texto e depois digitaram no Word. Olha só a visão deles sobre a INCLUSÃO!!!


PRODUÇÃO DE TEXTO FEITO PELOS ALUNOS


EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS - educação especial

ALGUNS ADULTOS ÀS VEZES NÃO TIVERAM A OPORTUNIDADE DE APRENDER NA ÉPOCA CERTA. MUITOS TÊM QUE SAIR DA ESCOLA AINDA CRIANÇA OU ADOLESCENTES PARA TRABALHAR E OUTROS PORQUE NÃO DÃO TANTA IMPORTANCIA PARA ESCOLA.
OS ADULTOS DEPOIS SE ARREPENDEM, PORQUE ELES NÃO CONSEGUEM TRABALHO, CASA, E ACABAM TENDO FILHOS E CAINDO NO MUNDO E NÃO DÁ  NADA PARA ELES.
HOJE PARA TUDO TEM QUE TER ESTUDO E INFORMAÇÃO OU VAI SER UM IGNORANTE.

PARA TER UM FUTURO MELHOR COM UMA CULTURA MELHOR UMA SOCIEDADE MELHOR É PRECISO QUE O GOVERNO INVISTA NA EDUCAÇÃO E NA FORMAÇÃO PROFISSIONAL.

ASSIM TODOS TEREMOS UMA QUALIDADE DE VIDA MELHOR E SEREMOS CIDADÕES DECENTES CONHECEDORES DOS NOSSOS DIREITOS E DEVERES.


TEXTO DIGITADO PELOS ALUNOS


O QUE FAZER PARA MELHORAR A INCLUSÃO?

QUASE TODOS NÓS VIEMOS DA ESCOLA REGULAR PARA A APAE PORQUE NÓS NÃO ACOMPANHAVAMOS OS OUTROS ALUNOS NÃO APRENDIAMOS NADA  SÓ FAZIAMOS CÓPIAS DE TUDO QUE ESTAVA NA LOUSA OU NO LIVRO.

AS ESCOLAS AINDA ESTÃO DESORGANIZADAS PARA NOS RECEBER.
OS ALUNOS DAS ESCOLAS REGULARES AINDA TEM MUITA DISCRIMINAÇÃO POR NÓS E MUITAS VEZES ACABAVAMOS FICANDO ISOLADOS.

É  MUITO IMPORTANTE QUE ACONTEÇA A INCLUSÃO PORQUE NÓS PRECISAMOS INTERAGIR COM A SOCIEDADE, MAS PARA QUE A INCLUSÃO SEJA BENEFICA PARA NÓS É PRECISO QUE OS PROFESSORES SEJAM PREPARADOS PARA ATENDER E ENTENDER AS NOSSAS NECESSIDADES.

A ESCOLA PRECISA MUDAR A SUA POSTURA E SE ADAPTAR COM ATENDIMENTOS TECNICOS VARIADOS E ADAPTAR TAMBEM A ESTRUTURA FISICA.